Ações Anuais

  • Dia (variável) Janeiro – Vegano Novo

    A festa de Ano Novo do VEDDAS propõe uma confraternização entre os veganos, vegetarianos e os interessados em conhecer essa realidade. Abre espaço para a venda de comida, bebida e produtos veganos.

  • Dia 28 de abril – Manifestação Nacional contra a Experimentação Animal

    Exibição de filmes sobre o tema, manifestação de rua com faixas e petições.

  • Agosto (dia do Mc Dia Feliz) – Protesto “Mc Dia Infeliz”

Protesto em frente à loja do Mc Donald’s contra a hipocrisia da empresa, que sustenta essa campanha contra o câncer enquanto toda sua alimentação causa câncer; Com denúncias do holocausto animal, pelo qual essa empresa é uma das maiores responsáveis.

  • Dia 22 de setembro – WEEAC (World Event to End Animal Cruelty)

Evento Mundial Pelo Fim da Crueldade e Exploração dos Animais. Estande informativo, com degustação de comida vegana, e passeata ao fim do dia.

  • Dia 1 de novembro – Dia Mundial Vegano 

Comemoração em formato de festa, com barraquinhas de comida vegana, música e socialização.

  • Dia 10 de Dezembro – DIDA

Dia Internacional dos Direitos Animais. Exposição, em moldes de luto, de cadáveres de animais vítimas da exploração humana; e voluntários preparados para atender ao público.

Grupo de Estudos (mensal)

Sabendo da necessidade de desenvolvermos uma base teórica sólida para defender melhor os direitos animais, o VEDDAS iniciou os encontros do grupo de estudos. 
Acontece mensalmente, todo 3o do mês sábado, no parque das dunas. Cada mês teremos um tema, definido ao final de cada reunião; 
Os encontros são ABERTOS, qualquer um pode participar. Pode-se solicitar, pelo e-mail veddas_rn@veddas.org. o tema do mês e o material para leitura, que enviaremos se houver.

DIDA – Dia Internacional dos Direitos Animais

Um dia para reivindicar justiça para todos.

O VEDDAS solicita a presença de TODOS os defensores dos animais e simpatizantes da causa animal no evento em memória ao Dia Internacional dos Direitos Animais – DIDA.

Nesse impactante evento, reivindicaremos que o mesmo respeito que devemos ter com animais humanos seja estendido também aos animais não-humanos.

Sustentaremos em nossos braços corpos mortos de cordeiros, bezerros, galinhas, peixes, coelhos, porcos que faleceram nas celas de exploração animal.

Mostraremos a face mais dolorosa do consumo e utilização de animais, oferecendo à sociedade a oportunidade de refletir sobre a necessidade urgente de respeitar os demais animais com quem compartilhamos o planeta.

No local, haverá ainda voluntários a postos exclusivamente para dialogar com a população, prestando informações sobre o que vêm a ser os Direitos Animais e esclarecendo qualquer dúvida acerca do tema.

O sucesso dos movimentos de proteção animal depende da mobilização dos indivíduos que se importam. Se você gostaria de nos ajudar e ajudar os animais, entre em contato conosco.

Se você quer ajudar na realização deste importante evento, basta escrever um e-mail para veddas_rn@veddas.org.br, que responderemos com as instruções.

Contamos com a ajuda de todos vocês! Juntos somos fortes e os animais dependem da nossa força!

Para saber mais de como acontece a ação, veja este vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=3Bh-cnwSmcM

Vitela

Esse bezerro foi tirado de sua mãe assim que nasceu, para não roubar nem uma mamada do leite que tem de ser vendido para os seres humanos. Chorou por dias, buscando um conforto que não entendia direito o que seria. Foi trancafiado em um cubículo no qual não podia se mexer, de forma que não desenvolvesse músculos, conservando sua carne macia de bebê. Passou sua existência dentro desse cubículo. alimentado apenas com leite e sangue, nunca sentiu alegria, carinho, sol, grama; nada além de uma desolação infinita.

Queijo

Essa vaca cresceu rapidamente, por culpa dos hormônios injetados desde seu nascimento. Assim que pode gerar o primeiro filho, foi estuprada pela mão de seu criador, que a inseminava para engravidar. Quando começou a produzir leite, foi trancada em um cubículo no qual não podia se mover, para ser ordenhada por máquinas conectadas a todas suas tetas, 5 vezes por dia. Quando seu filhote nasceu, foi logo tirado dela, para não roubar nem uma mamada do leite que tem de ser vendido para seres humanos. Gritou por dias, sentindo a falta de seu filho. Com o passar do tempo perdeu as esperanças, incentivada pelas surras constantes de seus criadores. Quando estivesse perto de não produzir mais leite, era estuprada novamente, e mais gritos viriam com o sequestro de mais um filho. Suas tetas ficavam cada vez maiores, de forma anormal por conta dos hormônios, e começaram a desenvolver infecções dolorosas que nunca seriam tratadas. Depois de 5 anos teve seu sofrimento finalmente aliviado, quando foi abatida para transformar-se em carne barata.

Passatempo

Esse peixe foi vitima da pesca esportiva. Tentou abocanhar um alimento que na verdade era uma isca; sentiu sua boca ser perfurada, enquanto era içado para fora da água, e começava a sufocar. Depois de alguns minutos de desespero, em que experimentava uma falta de ar que nunca havia conhecido, foi atirado de volta à água, sem forças para continuar, depois de ter perdido muito sangue; lutou por sua vida, mas em pouco tempo a infecção da ferida aberta pelo anzol mostrou-se fatal.

Peixe

Esse peixe foi tirado do mar junto de milhares de outros seres marinhos; os que não tinham serventia, foram jogados, mortos ou feridos, de volta ao mar. Morreu, junto com todo seu grupo, depois de vários minutos sufocando, debatendo-se desesperado enquanto tentava respirar.

Porco

Esse porco teve sua existência reduzida a um processo de engorda. Nasceu e cresceu em cativeiro, nunca viu a luz do sol ou sentiu a terra. Passou a vida sem entender o que era aquela angústia que sentia por não conseguir atender aos seus instintos básicos. Teve seu sofrimento finalmente interrompido quando enfiaram uma faca da sua garganta até seu coração; e então foi transformado em bacon, linguiça, presunto, mortadela…

Salve Parque Capim Macio

No último domingo o VEDDAS esteve no Brechó de Capim Macio, evento que tem o intuito de revitalizar um determinado espaço localizado atrás do Extra da Roberto Freire, que há algum tempo iria ser transformado em uma lagoa de captação; Na ocasião, a comunidade local se mobilizou e conseguiu que a lagoa fosse restrita a apenas parte da área, que é arborizada e, agora, bem cuidada, graças à associação que surgiu após essa ação. Essas pessoas vêm tentando que  o local seja definido como Parque e receba manutenção pública, preservando, assim, aquele pedacinho de natureza e convivência em meio aos edifícios.

Grupo de Estudos de Direitos Animais

17/11 – Parque Das Dunas – 15:00

Tema do mês = Veganismo: nosso comprometimento cotidiano com a defesa dos direitos animais – Um estudo de nós mesmos.
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Escolhemos o Veganismo como um meio de convivermos nos moldes da sociedade, porém, indo de encontro à exploração que esta ocasiona a

os animais. Nosso cotidiano é semelhante ao de qualquer indivíduo, contudo, nos opomos diariamente à estrutura de coisificação dos animais não-humanos, deixando de lado atitudes que financiam ou que legitimam tal segregação de direitos.
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Desta forma, nossos atos refletem nossa ideologia e, em atitudes individuais ou em ações como ativistas, nos coloca como reflexo do que almejamos. Mostramos aos outros que é possível uma mudança de paradigmas e que o status quo pode ser quebrado. Servimos à nossa ideologia também como modelo.
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Por questionarmos a Sociedade e, portanto, os Indivíduos, somos, também, diariamente arguidos por nossas atitudes. Em todas as esferas sociais, surge o estranhamento por aqueles que seguem o modelo estabelecido e, portanto, a exploração dos animais (não-humanos, ou mesmo, em alguns casos, de grupos marginalizados de nossa própria espécie).
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Passa a existir, daí, uma preocupação maior em como agimos, em nosso dia a dia, com nossos familiares, amigos, vizinhos, colegas, estranhos passando na rua. Como mostrar que o comportamento do outro ocasiona tanta opressão? Como mostrar a ele que suas escolhas financiam tal estrutura?
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Minhas ações individuais proporcionam a mudança, pois mostram aos que me cercam que existe um caminho mais justo. Mas, seria isso suficiente? Posso esperar a mudança do Outro a partir das minhas escolhas? Minhas atitudes são um reflexo do meu ideal, sendo, portanto, um comprometimento moral, ou seja, comigo mesma. Mas não sou eu o oprimido. Esperando que o outro veja, somente com atitudes individuais, outro modo de vida, não estaria deixando de mostrar a opressão? Não estaria, então, deixando de lado aqueles pelos quais faço minhas escolhas?
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Estas escolhas devem extrapolar tal sensação: minhas ações devem exprimir meu comprometimento com a causa, com os animais não-humanos. Como posso fazer jus a tal comprometimento?
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Atualmente, “ir além” é uma necessidade. Meu comportamento abre uma porta para mostrar a ele outro caminho, mas refutar o seu comportamento abre seus olhos e mostra que a estrutura em que vive está amparada na exploração animal. Devo lutar contra esta opressão, tanto nas microestruturas (minhas escolhas de consumo, posicionar-me em desacordo a comportamentos individuais especistas) quanto nas macroestruturas.
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Existem, então, meios de englobar o ativismo no dia a dia? Quanto às atitudes individuais, como você atua? Como se porta nos episódios cotidianos, quando se depara com o especismo e com a exploração animal?
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As ações individuais são, enfim, para você, um reflexo ou também uma maneira de agir diretamente contra a opressão?
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Além disso, você ainda percebe que a exploração animal está inserida nas suas escolhas e, portanto, nas suas ações?